segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

EM DEFESA DAS CARREIRAS 706, 712, 738, 764 e 797

ABAIXO ASSINADO A Carris planeia suprimir ou encurtar trajectos e frequências das carreiras 706 - Cais Sodré; Estação Sta. Apolónia -, 712 - Estação Sta. Apolónia; Alcântara Mar (Museu Oriente) -, 738 - Qta. Barros; Alto Sto. Amaro -, 764 - Cidade Universitária; Damaia Cima - e 797 – Sapadores; Pç. Chile. Com este violento golpe, importantes eixos da cidade e da zona suburbana deixam de ficar servidos de transporte rodoviário durante fins-de-semana e feriados, sendo tanto mais grave quando algumas destas carreiras asseguravam o transbordo dos passageiros de outras até ao seu destino. Várias destas carreiras asseguram percursos essenciais de acesso a, por exemplo, hospitais e estabelecimentos de ensino superior, que, pelas suas características tem de possuir serviços mesmo durante os fins-de-semana. É imprescindível que a população demonstre de forma clara que não prescinde destas carreiras e que não ficará passivamente vendo desmantelar os serviços de transporte público. NÃO FIQUE DE BRAÇOS CRUZADOS – ASSINE O ABAIXO ASSINADO!

O GOVERNO QUER ACABAR COM A CARREIRA DE AUTOCARRO 722

ABAIXO ASSINADO O GOVERNO QUER ACABAR COM A CARREIRA DE AUTOCARRO 722 A carreira 722 é uma das carreiras que maior contributo dá à menor utilização do transporte privado e uma das que se mostram de maior necessidade para os utentes que, pese embora não residam em Lisboa, trabalham na Capital. É uma carreira de circuito médio e portanto nem sequer pode ser considerado que o dispêndio de tempo entre o seu início (Portela - R. Escritores) e término (Praça Londres), cerca de 43 minutos, justifique a sua divisão em mais do que um circuito, e muito menos a sua supressão! NÃO FIQUE DE BRAÇOS CRUZADOS – ASSINE O ABAIXO ASSINADO!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A Ofensiva continua nos transportes - três ataques aos utentes -


As medidas de degradação do transporte publico continuam visando criar as condições para a privatização do Metro e da Carris.

1.    A pretexto das greves que vêm sendo realizadas no Metropolitano a Carris vem retirando autocarros dos vários percursos com o fim de reforçar as linhas que suprem a necessidade do metro. Em lugar de colocar mais unidades em circulação, a Carris procura minorar os efeitos da greve com o prejuízo de grande parte dos utentes, chegando em certas carreiras a provocar tempos de espera de mais de uma hora.
2.    Ao mesmo tempo o Metropolitano não só mantém as medidas de circulação de composições com três carruagens na linha verde durante toda a semana, e nas restantes durante feriados e fins de semana, medidas que causam enorme transtorno aos utentes com composições superlotadas e que já foram sobejamente repudiadas pelos utentes. Além disso existem orientações de manter fora de funcionamento equipamentos como elevadores e escadas rolantes nas horas de menor movimento, impossibilitando assim o acesso aos utentes de mobilidade condicionada fora de funcionamento.
3.    Ao mesmo tempo as operadoras Vimeca e Scotturb denunciaram a adesão ao sistema  do passe social, a partir de Abril. Desta maneira a utilização dos passes intermodais em todos os seus tipos e modalidades, torna-se impossível, deixando de ser aceites o L1, L12, L123, L123SX, L123MA, L123FS, 012, 023 e 123. A concretizar-se este golpe significaria o fim do Passe Social tal como o conhecemos desde que foi criado ao tempo dos Governos Provisórios em 1975, e representaria um revés de consequências desastrosas para o direito à mobilidade dos cidadãos.

Estas três ofensivas - que aparentemente nada teriam em comum - concorrem para os objectivos de minar e desprestigiar os transportes públicos e os sistemas de acesso que garantem à mobilidade o caracter de direito das populações, transformando-o num negócio rendoso e assim preparar o caminho da privatização das empresas que ainda se mantêm no sector público, com os subsequentes prejuízos para os utentes, a nível de cobertura, de qualidade e de preço dos transporte.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Metro de Lisboa - Utentes com os Trabalhadores por um transporte público de qualidade



No mesmo dia, enquanto os trabalhadores lutam contra a tremenda injustiça que lhes querem impor, quase os pondo a trabalhar de graça, vem um soit disent movimento de utentes do Metro de Lisboa, tentar ameaçar com acções contra os trabalhadores.
A Plataforma dos Utentes desconhece em nome de que utentes falam. Mas enquanto utentes e membros de várias Comissões de Utentes dos Transportes Públicos, lamentamos apenas que mais utentes não estejam ao lado dos trabalhadores para defender o transporte público.
Esta "movimento" que não se movimenta ao ponto de notar a supressão de inúmeras composições em todas as linhas e a redução do tamanho das mesmas na Linha Verde, que não se movimenta, ou movimentou, aquando do "brutal" aumento do preços dos transportes soube muito bem "movimentar-se" para afirmar enormidades em relação a pretensos danos das greves aos utentes.
As greves, como legítimo direito constitucionalmente reconhecido, são formas de luta utilizadas para reivindicar e protestar contra situações que os trabalhadores sentem como atentatorias dos seus direitos ou condições laborais. As presentes greves têm sido convocadas para garantir que de futuro todos tenhamos  transporte público com a qualidade e segurança a que temos direito.
As mesquinharias propaladas de incómodos aos passageiros jamais se deveriam ou poderiam sobrepor à defesa do interesse futuro comum, e nenhum incómodo poderá eclipsar as enormes vantagens que advirão aos utentes do facto de graças a estas greves podermos almejar no futuro a redes públicas modernas, eficientes e com preçários justos.
Este pretenso "Movimento" procura jogar com os sentimentos mais primários e imediatos da população para, voltando-os contra os trabalhadores, inviabilizar a defesa dos interesses comuns de trabalhadores e utentes num serviço de Metro que seja uma oferta pública de mobilidade, com segurança, rapidez e a preços compatíveis com o pagamento que como povo fazemos já através dos impostos.
Os utentes, que o são de facto, só podem lamentar e deplorar esta manipulação e mistificação feita em seu nome e combater estas posturas que só contribuem para o acelerar da degradação do sistema de transportes públicos e, por fim à criação das condições para a privatização do mesmo.

Lisboa, 23 de Janeiro de 2013

A Plataforma das Comissões de Transportes Públicos

quarta-feira, 21 de março de 2012

Cidadãos da Alta de Lisboa em Luta!
















(imagem original em: http://ambcvlumiar.wordpress.com/2012/02/29/alta-de-lisboa-lumiar-em-luta-carris/)


HOJE, 19H, TODOS À MANIFESTAÇÃO DA RUA TITO DE MORAIS, JUNTO À UDAL, ATÉ À CARRIS MUSGUEIRA, ONDE DE SEGUIDA PERMANECEREMOS EM VIGÍLIA!PASSA A MENSAGEM!






Aqui vos deixamos a nossa resposta a um e-mail que recebemos da Carris!






Exma. Sr.ª Dr.ª Lígia QueridoGabinete do Provedor do Cliente
Antes demais deixe que lhe expressemos o nosso desagrado com a palavra Cliente neste Gabinete da Carris, pois entendemos que esta empresa pública, e que por conseguinte presta um serviço público, tem que entender nos seus conceitos que fundamentam toda a sua acção e serviços que na população e passageiros com que trabalha encontra UTENTES.
De seguida, registamos a vossa primeira resposta através do Gabinete, mas lamentamos que a mesma mais se assemelhe à Provedoria da própria empresa, do que à Provedoria dos queixosos, neste caso, os Utentes que somos nós!
Sabemos que foram impostos constrangimentos orçamentais à Carris, fruto de opções políticas continuamente erradas, levadas a cabo pelos consecutivos Governos que não investiram o que deviam neste sector. Já fizemos saber isso directamente ao Eng. Maia, na reunião que com ele tivemos. Contudo, e mais importante que o resto, sobretudo para a Provedoria, é que esta situação de constrangimento não é fruto da contribuição dos Utentes para o serviço público de transportes, pelo contrário, sabe V. Exa. que pagamos hoje muito mais por um pior serviço! E é isso que é inadmissível: pagarmos mais num período dificílimo do ponto de vista económico e social, e termos em troca uma diminuição da qualidade do transporte.
Queremos ainda que saiba que pouquíssimo nos adiantará, aliás como se comprova com o reforço da 717 e da 798 que já efectuaram, o aumento da frequência destes transportes. A alteração de percursos que implementaram provoca o caos no transporte. E é de entre esse caos que surgem os problemas concretos que já lhe relatámos, e que são situações calamitosas entre os utentes, e sobre as quais V. Exa. não teve uma única palavra ou acção no sentido da sua resolução e da qual nos desse conhecimento. Por isto entendemos que só o retomar dos anteriores percursos, e a aplicação das anteriores frequências (que já não eram as ideais, mas que serviam a população bem melhor que estas), nas carreiras 108 (actual 798), 701, 703, 717 e 777 resolvem o problema nesta zona da cidade. É por isso que nos temos vindo a bater, e é exactamente por isso que vamos continuar a lutar e a organizar a população para a defesa desta emergente necessidade!
Terminando, compreendemos o transtorno e os prejuízos causados pela acção de apedrejamento dos autocarros, cuja acção repudiámos na hora e manifestámos total discordância da mesma, e que nos levou de imediato a dizer que os factos são casos de investigação policial e da competência da Carris, no qual jamais interferiremos ou admitiremos que seja atribuída qualquer tipo de responsabilidade a este Movimento de Cidadãos. Somos pessoas de bem e de diálogo, assim como toda a população desta zona. Gente honrada e de trabalho, que entre outras, também sustenta com o seu suor a Carris, pelo que jamais se poderá culpar ou afectar toda uma zona por um acto isolado!
Alertamos de novo para a volatilidade e extrema sensibilidade que se vive entre a população para este problema.
Disponíveis para o que for necessário,
Cumprimentos,Os Cidadãos da Alta de Lisboa em Luta









Transcrevemos o e-mail que recebemos da Carris:









Exmos. Senhores e Senhoras
Rececionamos e agradecemos o e-mail que nos endereçaram.
Considerando o teor do mesmo e como é do conhecimento público, as alterações de serviço, implementadas no passado dia 3 de março, inserem-se num contexto de grande constrangimento orçamental e de reestruturação do setor público que obrigam ao aumento da eficiência do serviço prestado pela CARRIS.
No que concerne à carreira 717 e após a constatação de alguns desajustamentos na oferta, encetaram-se de imediato os trabalhos de reprogramação da mesma.
Assim, como forma de minimizar os problemas diagnosticados, a carreira foi reforçada nos períodos de ponta.
No próximo dia 24 de março (sábado) e dias seguintes, entrarão também em vigor novos horários, com a oferta mais ajustada aos padrões de qualidade da CARRIS.
Por último, não pode a Carris ignorar os graves acontecimentos ocorridos na passada
4ª feira na Rua Tito Morais, os quais, para além de prejuízos de vários milhares de euros, implicaram a imobilização de 9 autocarros tão necessários à prestação do serviço público de transporte e colocaram em causa a segurança de passageiros e motoristas.
Com os melhores cumprimentos,
Lígia Querido Gabinete do
Provedor do Cliente

Sacrifícios



O Jornal Destak, e os comentadores que no seu site se permitiam perorar sobre a notícia, afirmavam que a greve de amanhã prejudicaria 550 mil utentes, só no Metro de Lisboa. A ignorância e atrvimento demonstrados estão bem ao nível do povo deseducado e inculto que dezenas de anos de desinvestimento na educação e cultura, e de promoção da desinformação e do tele-lixo, foram transformando as nossas gentes.



Quem produz ou alinha com afirmações destas está completamente alheio aos aumentos das taxas moderadoras e as dificuldades de acesso à saúde, quer por encerramento de serviços, quer pelafalta de maior a que vem estando sujeito o SNS; desinteressado nos aumentos dos preços de transportes e destruição da sua de serviços, das reduções de composições e horários; desinteressado da destruição das condições laborais, da facilicitação dos despedimentos, desaparecimento das garantias sociais aos desempregados; desconhecedores das propostas de lei para tornar o acesso à habitação incomportável, entre muitas outras coisas que tornam impossível a vida do nosso povo.



Quem fala contra as organizações que defendem os direitos de trabalhadores e da população, não se interessa que os Bancos recebam do BCE empréstimos de montantes avultadíssimos, sem garantias e a juros de 1% para depois emprestarem ao Estado a 5, 6 ou 7% com os lucros mais do evidentes; tanto lhes dá que o desaparecimento do consumo condene o país ao desaparecimento de um mercado interno, única possibilidade de garantir uma saída para a crise, estimulando a produção; pouco lhes importa que as "ajudas" do FMI, BCE, UE se destinem a ajudar a banca, exaurindo as capacidades do país e tornando exangue a população.



Assim apoiar a Greve Geral é mais do que um imperativo é uma obrigação. Falar de prejuízos para os utentes é não só falso, como é uma tentativa de impedir que o pequeno sacrifício de ficar um dia sem transportes se reflita na garantia dos serviços públicos para o futuro.



A greve é um dever de cidadania.

domingo, 18 de março de 2012

Apoiemos a Greve Geral

Vídeo


A Mobilidade é um direito dos cidadãos. A tentativa de cercear o nosso acesso à cidade, fora das horas de trabalho, é a tentativa de nos dominar e abafar os nossos protestos.
A estratégia de nos condenarem a um processo de trabalho-transporte-casa é uma forma de nos alienar da reivindicação dos nossos direitos.
Como utentes devemos apoiar a Greve Geral. Considerando tudo o que está em jogo o sacrifício de um dia de trabalho é um pequeno esforço pelo bem comum.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Olivais - A LUTA DA POPULAÇÃO OBRIGOU O GOVERNO A RECUAR



A LUTA DA POPULAÇÃO OBRIGOU O GOVERNO A RECUAR

CONSEGUIMOS TRAVAR A SUPRESSÃO DA CARREIRA 79

AS CARREIRAS 21, 25, 28, 745 e 208 NÃO VÃO SER SUPRIMIDAS MAS VÃO

SER REDUZIDAS NOS HORÁRIOS E FREQUÊNCIAS.



NÃO FICAMOS DE BRAÇOS CRUZADOS VAMOS CONTINUAR A LUTAR CONTRA MEDIDAS QUE PREJUDICAM A MOBILIDADE DAS PESSOAS E QUE CADA VEZ MAIS ISOLAM A NOSSA FREGUESIA NO SEU DIREITO AO TRANSPORTE PÚBLICO E ACESSO AOS CENTROS DA CIDADE.

VAMOS CONTINUAR A LUTAR CONTRA:

- O AUMENTO DOS TRANSPORTES
- O CORTE DO DESCONTO NOS PASSES DOS IDOSOS E ESTUDANTES QUE SÃO INJUSTOS, ERRADOS E ILEGAIS.

VAMOS CONTINUAR A LUTAR POR TRANSPORTES PÚBLICOS DE QUALIDADE.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sapadores e Praça do Chile: contra corte de carreiras e aumentos de preços nos transportes







Realizaram-se várias acções, na 3ª feira, dia 31 de Janeiro, ao final do dia, na Largo de Sapadores, junto ao metro na Praça do Chile, Cais do Sodré, Galinheiras, Alta de Lisboa e Estrada de Benfica, o contacto com a população sobre o corte de carreiras da Carris, e o aumento do preço dos transportes foram um dos principais objectivos destas iniciativas. Foram aprovadas moções que reivindicam o direito ao serviço público de transporte com qualidade, repudiam o aumento dos passes e a perspectiva de despedimentos na Carris. Foi, ainda apelado à população a participação na manifestação de 11 de Fevereiro convocada pela CGTP-IN.













Moção aprovada pelos utentes da Alta de Lisboa








Também nos Olivais numa acção de contacto com a população foi valorizada a luta desenvolvida contra os cortes nas carreiras 79, 21, 25, 28, 745 e 208, que obrigou o governo a recuar e a manter estas carreiras. O brutal aumento dos preços dos passes da carris e do metro, assim como os aumentos, de cerca de 50%, nos passes dos estudantes e da 3ª idade foram ainda tema de esclarecimento da população que se mobiliza para lutar contra mais este roubo.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Utentes em Luta - 31.01 (17.30) Praça do Chile



NÃO AO CORTE E ENCURTAMENTO DE CARREIRAS DA CARRIS
NÃO À SUPRESSÃO DE CARRUAGENS NA LINHA VERDE
NÃO AO AUMENTO DO PREÇO DOS TRANSPORTES


dia 31 de Janeiro – 17.30H/19.00H
Praça do Chile (junto à saída do Metro – Morais Soares)


O Governo quer acabar com a Carreira 797 (Sapadores – Arco Cego)
Esta supressão acabará com a ligação directa entre a Praça do Chile e a Penha de França e diminuirá a oferta nos eixos Praça do Chile – Praça Paiva Couceiro e Praça Paiva Couceiro – Sapadores.
Em sua substituição, no eixo Praça Paiva Couceiro – Rua da Penha de França, pretende alterar o percurso do 30, deixando este de ir à Escola Nuno Gonçalves.
Acresce ainda que a carreira 797 tem uma frequência de cerca de 12m na horas de ponta nos dias úteis a sua última partida às 00.00 horas, e o último autocarro da carreira 30 sai às 21.00 e a sua frequência varia entre os 22 e os 24 minutos, nos dias úteis
Esta seria uma má solução, como bem sabem os utentes, dada a escassa frequência desta carreira e a sobrecarga de passageiros que a mudança iria acarretar.

Para além desta barbaridade, estão ainda previstas alterações (para pior, já se sabe) nas carreiras 706, 718 e 742.

O Governo quer reduzir o número de carruagens no Metropolitano
A redução, na Linha Verde (Telheiras – Cais do Sodré) para três carruagens durante todo o período de funcionamento, é o regresso à “sardinha enlatada” e denota a falta de conhecimento de quem decide sobre estas matérias, uma vez que esta é uma das linhas com maior ocupação, principalmente nas horas de ponta.

O Governo quer impor um aumento brutal dos preços dos transportes, o 3º no espaço de um ano. E uma vergonha!
· Passe da Carris sofre um aumento de 5,45%
· Passe do Metro sofre um aumento de 21,34%
· Passe Carris-Metro sofre um aumento de 3,4%
· Passe para jovens, estudantes e idosos serão agravados em 50%, uma vez que terão uma redução de apenas 25%, em vez dos 50% que vigoravam até agora.


A LUTA DAS POPULAÇÕES JÁ IMPEDIU QUE ALGUNS CORTES PROPOSTOS FOSSEM POR DIANTE.

ESSA LUTA TERÁ QUE CONTINUAR! CONTAMOS CONSIGO!


LEIA O TEXTO DA NOSSA MOÇÃO DE PROTESTO

A Plataforma das Comissões de Utentes da Carris

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

AUTOCARRO 797



O GOVERNO QUER ACABAR COM ESTA CARREIRA
(e com muitas mais)

AO MESMO TEMPO, QUER:

§ AUMENTAR NOVAMENTE O PREÇO DOS TRANSPORTES.

§ ACABAR COM O DESCONTO NOS PASSES DOS IDOSOS E DOS ESTUDANTES

NÃO PODEMOS FICAR DE BRAÇOS CRUZADOS!

LUTE CONNOSCO!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Protestos avançam nos Olivais e Sapadores

As Comissões de Utentes dos Olivais e de Lisboa Oriental avançaram com iniciativas de informação e protesto na Rua Cidade de Bissau e nos Sapadores.




Nos Olivais cerca de 150 utentes lograram deter a saída dos autocarros da carreira 79 durante mais de meia hora, tal como atestam as fotos. O protesto contra os cortes de carreiras (21, 22, 745, 25) e, particularmente, contra a supressão da carreira circulatória 79. A concentração, junto ao terminal da carreira 79, teve início às 17 horas e terminou cerca das 18.30 horas, tendo sido bloqueados dois autocarros.



Nos Sapadores na sua primeira acção pública a Comissão de Utentes dos Transportes Públicos reuniu cerca de 20 utentes numa acção que visava dar a conhecer o início do seu trabalho e juntar novos utentes à luta contra os cortes das carreiras e horários, bem como os aumentos de preços dos bilhetes e passes e o fim dos passes da terceira idade e dos estudantes.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Olivais lutam por melhores transportes públicos



A Comissão de Utentes da Carris dos Olivais - Membro da Plataforma, vai realizar uma acção de protesto contra os cortes de carreiras e aumentos dos passes de acordo com o seu comunicado que reproduzimos:






COMISSÃO DE UTENTES DE TRANSPORTES DOS OLIVAIS

COMUNICADO À POPULAÇÃO


SABIA QUE A CARREIRA 79 VAI ACABAR?


A carreira 79, a carreira circulatória que serve a nossa Freguesia, ligando os bairros do norte e do sul, está na lista das carreira a suprimir pela Carris.

A população já prejudicada este ano com cortes de carreiras, diminuição de horários e aumentos dos bilhetes e passes sociais, vê agora a carreira 79 ser incluída numa proposta de cortes em que outras carreiras que circulam na Freguesia serão igualmente extintas – 745, 21, 22.

Não podemos aceitar o isolamento da população e a consequente redução do transporte público, com grandes prejuízos no acesso aos diferentes bairros e demais organismos como - centro de saúde, junta de freguesia, marcados, centros de dia, escolas do ensino básico e secundário, repartição de finanças, centro comercial, etc.



OS MORADORES DOS OLIVAIS SENTEM-SE DISCRIMINADOS
PELO GOVERNO E PELA CARRIS!




NÃO AOS CORTES DAS CARREIRAS!

NÃO AOS AUMENTOS DOS PASSES PARA OS JOVENS E REFORMADOS!

CORTAR CARREIRAS, DIMINUIR HORÁRIOS E PERCURSOS ENQUANTO SE ANUNCIAM MAIS AUMENTOS NOS BILHETES E PASSES É REALMENTE UMA GRANDE PROVOCAÇÃO PARA QUEM PRECISA DE TRANSPORTES PÚBLICOS TODOS OS DIAS!




A POPULAÇÃO DOS OLIVAIS MERECE SER RESPEITADA!

JUNTA-TE A NÓS

COMPARECE! PROTESTA!



DIA 15 DEZEMBRO-18HORAS
LOCAL – R.Cidade Bissau, junto paragem 79

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Vamos prosseguir a Luta

A concentração de protesto dos utentes, convocado pela Plataforma das Comissões de Utentes da Carris, reuniu mais de 200 utentes no Largo do Camões, mostrando que estamos dispostos a prosseguir a nossa luta e que este movimento em defesa do transporte público se encontra em crescendo e que não irá parar nem abrandar até que seja revertido o processo de destruição das empresas e da rede de transportes públicos da Cidade de Lisboa.

Os representantes da plataforma das Comissões de Utentes foram recebidos pelo Assessor do Secretário de Estado dos Transportes, que negou serem definitivas, as propostas do Grupo de Trabalho, vindas a público.

Os utentes congratulam-se com a notícia, e vêm nesta o resultado da sua luta de protesto. Porém não dão como dado adquirido que este recuo seja definitivo e que a próxima proposta a surgir deste grupo de trabalho seja substancialmente melhor do que a agora abandonada, e prosseguirão a luta contra esta política de transportes, desde já aderindo e apoiando a Greve Geral de dia 24 de Novembro, e avaliando a tomada de novas iniciativas.

Estudantes protestam contra o fim do Passe

Segundo o DN Estudantes do básico e Secundário concentraram-se frente ao Ministério da Educação protestando contra o fim do Passe Escolar. Sengundo a notícia divulgada entre outras palavras de ordem os estudantes gritaram: "Passe escolar não é para acabar"

A Plataforma das Comissões de Utentes da Carris, saúda os Estudantes em Luta e está solidária com a sua reivindicação, que a par de outras, como o passe da terceira idade e a manutenção das carreiras e horários, tem sido um dos objectivos da nossa luta.

Abraço fraterno para os estudantes e um apelo a que se juntem a nós.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Plano de Privatizações encapotado destrói empresas de transportes públicos de Lisboa

Utentes dos Serviços Públicos de Transporte da cidade de Lisboa concentram-se em acção de protesto no dia 17 e apelam à participação na Greve Geral de 24 de Novembro (ver texto da nota de imprensa)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Não pára o roubo!!! Concentração dia 17 às 18 horas



Ainda a tinta não estava seca nas notícias sobre os projectos criminosos de acabar com os transportes nocturnos e muitos dos fins de semana e com muitas das carreiras da Carris, que servem a cidade, deixando o caminho aberto à proliferação de miriades de empresas privadas, e a transportes a preços proibitivos e já o Ministro dava a conhecer novas pérolas da sua criação, desta feita com o fim dos Passes da Terceira Idade e dos Estudantes. Desrespeitando aqueles que durante anos a fio contriuiram para o país, desrespeitando as famílias e o esforço da melhoria das competências do país aos vários níveis. Mostrando que no seu curto entendimento a mobilidade não é um direito mas um privilégio de uns quantos que possuem capacidades monetárias e que também apenas esses podem frequentar o ensino ou ter direito a uma velhice digna; Este Ministro e o seu Governo mostram que não há indignidade que não ousem cometer para desviar as capacidades do país para os Bancos e mãos estrangeiras, pelas boas graças da troika.



Mais esta injuria, que atinge também como foi já noticiado diversas empresas de transportes do interior que resistiam graças aos passes dos estudantes, não deixará de ter a devida resposta. A concentração que iremos realizar frente ao Ministério da Economia mostrará que não só essas medidas não serão acatadas por nós, mas que qualquer tentativa de as levar a cabo receberão como respostas o endurecimento da nossa luta.



Junta-te a nós na Rua da Horta Seca (Camões) dia 17 às 18.00

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PREPARAM-SE NOVOS ROUBOS E A DESTRUIÇÃO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE PÚBLICO NA CIDADE DE LISBOA!






Governo quer impor o RECOLHER OBRIGATÓRIO





Os sucessivos governos sejam do PS, do PSD/CDS-PP, têm promovido a degradação do serviço público de transportes, levado a cabo sucessivos cortes de carreiras da Carris, conduzindo à prestação de um mau serviço aos utentes e prejudicando a mobilidade da população.
O actual governo pretende ir mais longe como está previsto no Plano Estratégico dos Transportes (PET). Do que se trata, de facto, é de um verdadeiro Plano de Privatizações.
Depois da tarifa ter aumentado, depois de ter criado a figura de um Passe Social mais, criando uma situação de “passes para indigentes” pondo em causa a universalidade dos serviços, prepara-se para uma nova fase de aumentos de tarifários, com uma falsa unificação de bilhética, assumindo os novos bilhetes e passes os preços mais altos do actual tarifário.
Estão apresentadas a supressão de 23 carreiras, 5 serviços nocturnos, 12 encurtamentos de carreiras e várias diminuições de horários, atingindo as carreiras 10, 12, 21, 22, 25, 28, 30, 31, 36, 54, 44, 49, 70, 74, 76, 79, 201, 202, 203, 205, 206, 207, 208, 210, 701, 706, 708, 709, 711, 714, 716, 717, 718, 724, 726, 729, 732, 745, 753, 760, 764, 765, 777, 790, 793, 797, 799, e o eléctrico 18,na oferta da Carris, alegando-se que tal facto se deve à “falta de procura” quando na realidade se procura retirar aquelas carreiras que maiores dificuldades têm em ser lucrativas, para uma posterior privatização.
A privatização e as reduções de custos conduziram em outros países, nomeadamente no Reino Unido, a uma renacionalização ao fim de prejuízos para o estado britânico de cerca de 2 mil milhões de Libras e a perda de 31 vidas em acidentes causados pela falta de manutenção.
Estamos neste momento perante uma encruzilhada em que a aceitar passivamente as medidas preconizadas pelo Governo nos conduzem a um inevitável desastre social com consequência profundamente negativas na economia e no futuro do nosso país e do nosso povo, ou levantar contra estas a resistência determinada dos trabalhadores e das populações em defesa do serviço público de transportes na cidade de Lisboa.
Em defesa do transporte público de qualidade os trabalhadores e os utentes têm a mesma luta.
A Greve Geral do dia 24 de Novembro é mais um passo na luta pela garantia do direito ao transporte público – ADERE!

sábado, 29 de outubro de 2011

Mais uma machadada na mobilidade em Lisboa

Segundo notícias veiculadas nos meios de comunicação social a Carris prepara-se para pôr termo à conhecida Rede da Madrugada, que se limitando a 9 carreiras, garantia de algum modo as deslocações a todos os que se tivessem de deslocar na cidade de Lisboa durante a noite.
Estas carreiras, que têm, quase todas, início ou termino em Estações de Caminhos de Ferro, Hospitais ou Estabelecimentos de Ensino, permitem o acesso a estudantes, profissionais dos serviços de saúde, e até aos trabalhadores dos grandes centros comerciais, que não possuem viatura própria, até casa e vice-versa.
Muito recentemente a própria Carris havia anunciado em Conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa o programa "Lisboa à Noite", que iria aumentar a oferta de transporte público e aumentar a segurança na Cidade.
O programa "Lisboa à Noite" previa que na rede da madrugada da Carris haveria o reforço de carreiras, que passaram a circular de meia em meia hora - em vez do anterior intervalo de uma hora, além de se ter criado de uma nova carreira entre Belém e a Estação do Oriente, e que o ascensor da Glória, que faz o percurso entre os Restauradores e a zona de São Pedro de Alcântara, junto ao Bairro Alto, passasse a funcionar até às 4h30.
A verificar-se o corte destas carreiras, os utentes e a cidade serão gravemente prejudicados deixando de haver qualquer possibilidade de realizar deslocações durante o período nocturno para quem não possui viatura própria ou não auferir de rendimentos que lhe permitam utilizar o serviço de táxis.
Pergunta-se onde ficaram os objectivos anteriormente propalados pela Carris? Onde está a segurança na Cidade? O controlo do trânsito nocturno? O aumento da oferta de transporte público?
O fim das carreiras da Rede da Madrugada outro fim não visam que a eliminação dos circuitos mais onerosos para a empresa, despedindo mais trabalhadores, com o fim de tornar a empresa interessante para a sua privatização. Seguramente com esta não só não serão retomados estes serviços de carácter eminentemente público, como os custos dos títulos de transporte se agravarão de forma dramática.
A Plataforma das Comissões de Utentes da Carris deplora profundamente o facto de estarem em avaliação estudos neste sentido. Denuncia a Carris pelo incumprimento dos compromissos e objectivos que havia anunciado publicamente; E insta todos os utentes à luta com a solidarização com os trabalhadores na defesa das carreiras e por um transporte público de qualidade.

Lisboa, 29 de Outubro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Transportes Públicos - Lutemos contra a degradação dos serviços



O alerta da Plataforma das Comissões de Utentes da Carris, segundo o qual a pretexto dos cortes de Agosto, algumas das carreiras de autocarros e eléctricos da Carris não retomariam a periodicidade anterior, confirmou-se plenamente.
Esta situação, considerando os aumentos dos preços dos transportes, torna-se ainda mais grave e injusta, pois representa a perda acentuada de qualidade e a diminuição das frequências, sendo que em alguns casos se consubstancia mesmo na eliminação de carreiras.
A drástica diminuição das frequências e suspensão de inúmeras carreiras durante o mês de Agosto, que já antes haviam estado na mira da Administração da Carris para possível encurtamento ou encerramento, tais como: 21, 79, 713, serviu apenas como pretexto para criar um facto consumado, numa política de degradação do serviço público de transportes, que vem sendo levada a cabo pela Administração da Carris com a plena cobertura das políticas dos Governos PS ou PSD-CDS para o sector. (ler comunicado na integra)